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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Guaxinim






Guaxinim

Procyon lotor

Aspecto

Guaxinim (imagem)
  • Entre 60 e 90 cm de comprimento, mais uma cauda com cerca de 25 cm.
  • Pelagem cinzenta no corpo e castanha e preta na cabeça e na cauda.
  • Pelagem preta à volta dos olhos e faixas brancas a fugir do focinho.
  • Cauda peluda com anéis claros e escuros alternados.
  • Patas pretas semelhantes a mãos.

Ciclo de vida

  • Costumam acasalar no fim do Inverno.
  • As crias nascem no início da Primavera ou no início do Verão.
  • No final do Verão, as crias já conseguem caçar por si próprias.
  • O Guaxinim passa o Inverno a dormir na sua toca.

Hábitos

  • Locais: nativos da América do Norte. Em ambiente selvagem, vivem em árvores ocas ou tocas subterrâneas em florestas. É costume serem vistos nas margens de ribeiros ou rios à procura de alimentos. Também é frequente serem vistos em zonas residenciais.
  • Alimentação: bagas, insectos, frutos, galinhas e pequenos mamíferos. Nas zonas urbanas, procuram alimentos nos contentores de lixo e comem todas as sobras de comida de animais de estimação, entre outras coisas.
  • Visibilidade: são quase sempre nocturnos.
  • Podem transmitir doenças, incluindo a raiva.



http://www.youtube.com/watch?v=KyB8ZfMMcJI

Alce americano

 

Alce americano
 
 
 
Os alces são grandes animais que vivem em regiões do Norte Europeu e Asiático (Eurásia) como também na América do Norte. Pertence a família dos cervídeos e é o maior entre eles, pode atingir uma altura de até 2 metros e seu peso pode chegar a meia tonelada, ele é realmente um mamífero de grande porte, como o canguru ou a zebra. A diferença básica deste animal para os demais de sua família se identifica através do formato de sua galhada, que é único. Sua anatomia é uma mistura de partes cilíndricas com um formato que lembra uma taça, a ocorrência das galhadas se a exclusivamente entre os machos, e estas podem atingir uma amplitude de até 1,60 metros.
 
 
Alce Americano
Alce Americano
 
 
Seus corpos são encobertos por pêlos longos e espessos que tem a função de tornar a temperatura do corpo equilibrada durante as temporadas de altas temperaturas, ou seja, durante o verão. O alce americano tem uma vida útil que gira em torno de vinte anos ou mais. Existem muitos Animais bizarros na natureza, o alce americano apesar de seu porte forte e imponente, tem suas limitações geradas ela anatomia do seu corpo, avantajado, mas que não lhe permite, por exemplo, pastar ervas que crescem rasteiras, eles só podem se alimentar de folhagens de arbustos e de árvores ou ainda de algumas espécies de plantas ou arbustos Aquáticos. Esta dificuldade se dá em função se suas longas pernas e de seu pescoço pequeno, que impedem o alcance ao solo.
 
 
 
Alce Azul
Alce Azul
 
 
 
Outro animal de grande porte que tem dificuldades de se mover em função de seu tamanho são as girafas, com seu pescoço enorme e pernas longas elas também se alimentam de folhagens e encontram certa dificuldade no momento de beber água, mas a natureza é perfeita, portanto tudo se ajeita e podemos ver então cenas incríveis de animais driblando as suas dificuldades e fazendo verdadeiros contorcionismos para se manterem vivos.
 
 
Alce Gigante
Alce Gigante
 
 
 
O alce americano tem um comportamento predominantemente tímido, embora isso não combine com sua aparência truculenta, mas em alguns momentos pode se tornar muito bravo e agredir, especialmente em épocas de acasalamento quando eles tem que disputar as fêmeas com os demais machos da espécie e seu instinto Sexual fala mais alto do que tudo. As fêmeas por sua vez tem a missão de defender seus filhotes, especialmente da aproximação dos humanos devido as temporadas de caça que ainda existem. Os homens representam perigo para os alces, e estes por sua vez representam risco de vida para os humanos pelos acidentes que causam em estradas, portanto Seja Mais Cuidadoso ao dirigir em locais onde haja alces americanos por perto, eles atravessam intempestivamente e nem sempre há tempo para desviar, seu porte grande ocasiona acidentes incriveis que podem ser fatais para ambos.
 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Florestas, Lagos e Pradarias - A.A.


As florestas de folha persistente do Canadá são formadas por áreas compactas de espruces, pinheiros e abetos. Estas florestas são pantanosas e têm muitos lagos. Mais a sul, ao longo da parte oriental da América do Norte, estendiam-se dantes florestas de carvalhos, nogueiras-americanas e castanheiros. Actualmente, grande parte destas florestas foi destruída para extracção de madeira ou para libertar a terra para a agricultura. Alguns dos animais da floresta, tais como o guaxinim e a sarigueia, adaptaram-se ao novo ambiente, mas muitos outros diminuíram de número ou procuraram refúgio nas colinas e montanhas.


As pradarias formavam dantes um extensíssimo mar de erva. Aí pastavam milhões de bisontes e antilocapras, mas quase desapareceram devido à acção dos caçadores durante o séc. XIX. Ambos são, actualmente, espécies protegidas. Hoje, a maior parte desta região é terreno de cultivo.

Guaxinim
Procyon lotar
Comprimento do corpo: até 66 cm
Cauda: até 30 cm

Assaltantes de baldes de lixo

O Guaxinim tem dedos compridos sensíveis que usa na procura de alimentos. Muitas vezes vai até à cidade e revista os baldes do lixo em busca de restos de comida. O seu pêlo espesso mantém-no quente durante os meses de Inverno.

Gaio-azul
Cyanocitta cristata
Comprimento: 25 cm

Plantador de árvores

O Gaio-azul frequentemente enterra bolotas e outras sementes para comer mais tarde. Algumas dessas sementes germinam e dão origem a novas árvores, ajudando assim a desenvolver a floresta. Na Primavera e Outono grandes bandos de Gaios-azuis migram para sul em busca de climas mais quentes.

Alce-americano
Alces alces
Altura do dorso: até 2 m
Comprimento: até 3 m

Veado pesado

O Alce é o maior veado do mundo. No Outono, um macho pode pesar mais de 450 kg. Tem cascos largos e membros compridos que lhe facilitam as deslocações na neve funda, lodaçais ou lagos. O lábio superior saliente permite-lhe arrancar folhas e ramos. No Outono , o macho usa os chifres para lutar com outros machos na conquista de fêmeas.



Águia-de-cabeça-branca
Haliaeetus leucocephalus
Comprimento: 81 cm
Envergadura: até 2,2 m


Cabeça-branca

A Águia-de-cabeça-branca (bald eagle) - símbolo dos Estados Unidos - deve o seu nome à cor da cabeça. Antigamente a palavra “blad” significava branco. Num espectacular ritual de acasalamento, o macho e a fêmea entrelaçam as garras em voo e fazem acrobacias no ar. Com paus, ervas daninhas e terra o casal constrói um ninho enorme que vai acrescentando todos os anos.

Borboleta-monarca
Danaus plexippus
Envergadura: até 10 cm 


Viajante extraordinário

No Outono, a Borboleta-monarca emigra do Canadá para a Califórnia, México ou Antilhas – uma viagem de mais de 3200 km. Dirige-se outra vez para norte, na Primavera, mas pára no caminho para acasalar e depois morrer. A sua descendência completa a viagem para norte.


Carcaju
Gulo gulo
Altura do dorso: 38 cm
Comprimento do corpo: até 86 cm
Dentada esmagadora

O feroz Carcaju é forte para o seu tamanho e tem uma dentada poderosa e esmagadora. Já tem matado animais tão grandes como o caribu. Os dedos espalmados ajudam-no a saltar na neve quando persegue a presa. Um Carcaju consegue andar 65 km sem descansar.

Galo-silvestre (das Montanhas Rochosas)
Centrocercus urophasianus
Comprimento: até 46 cm
 
 
Carne Saborosa

O galo-silvestre alimenta-se de folhas de salva. Consequentemente, a sua carne adquire o forte sabor da planta. Durante a Primavera, o macho enfeita-se de modo especial para conquistar uma fêmea. Etiça as penas do peito, abre e fecha a cauda e enche as bolsas de ar que tem no pescoço. Emite também chamamentos sonoros, graves e ressonantes.
Joaninha-de-duas-pintas
Adalia bipunctata
Comprimento 5 mm 

Controladora de pragas
 

A Joaninha-de-duas-pintas é vulgar em toda a América do Norte e encontra-se numa grande variedade de habitats, incluindo florestas, campos e jardins. Alimenta-se de pequenos insectos, pelo que ajuda a reprirmir as pragas nos jardins e campos. As asas superiores, rijas e vermelhas, protegem as asas inferiores e o corpo.

Esquilo-norte-americano
Eutamias minimus
Comprimento do corpo: até 11 cm
Cauda: até 11 cm

Bochechas grandes

O Esquilo norte-americano tem grandes bochechas que usa para transportar os alimentos para a sua toca subterrânea. Na toca há várias divisões: umas servem para armazenar comida e outras para repouso e para fazer o ninho. No Inverno, este hiberna na toca.

Grou-americano
Grus americana
Altura: 1,5 m
Envergadura: 2,2 m

Pássaro Corneteiro

O Grou-americano produz um chamamento que lembra o toque do cornetim. Faz o ninho apenas numa zona remota do Noroeste do Canadá. Nos anos 40 tinha quase sido exterminado pelos caçadores. Atualmente é uma espécie protegida.

Castor
Castor canadensis
Comprimento do corpo: até 96 cm
Cauda: até 30 cm


Construtor de Barragens


O Castor tem mandíbulas potentes e dentes incisivos fortes. Rói os troncos das árvores e usa-os para construir barragens nos rios. Na albufeira que se forma por trás da barragem, constrói uma toca com paus e lama onde hiberna.

Cão-da-pradaria
Cynomys ludovicianus
Comprimento do corpo: até 35 cm
Cauda: 8 cm


Esquilo que ladra


O Cão-da-pradaria é uma espécie de esquilo que vive em vastas redes de túneis sob as pradarias. O seu nome vem do barulho que emite quando está assustado e que é semelhante ao ladrar dum cão. Antes de as pessoas começarem a cultivar as terras, os cães-da-pradaria viviam aos milhões e ocupavam vastas áreas desta região.

Espécies em Via de Extinção - O que Podemos Fazer para Ajudar


  • Deixar de comprar artigos feitos de animais raros, tais como casacos de peles, carteiras e sapatos de pele, esculturas em marfim ou adornos feitos com conchas.
  • Reservar áreas de terra ou água para parques nacionais ou santuários de vida selvagemonde os animais possam viver em segurança e com o mínimo de perturbação possível.
  • Criar animais em cativeiro, em vias de extinção, em jardins zoológicos ou parques deanimais selvagens. Isto é especialmente importante em locais onde não é possível evitarque o habitat seja desltruído. Esses animais criados em cativeiro poderiam ser libertados mais tarde se se encontrasse um local adequado.
  • Publicar leis que proíbam a caça de espécies raras.
  • Reduzir o nível de poluição para que os animais não morram ou sejam afectados pelos produtos venenosos do ambiente.
  • Cuidar das zonas campestres, tendo o cuidado de seguir pelos caminhos, levar o lixo para casa e não pertubar os animais selvagens.
  • Impedir que animais, tais como os papagaios, sejam tirados do seu meio e vendidos como animais de estimação.
  • Impedir a utilização de animais selvagens, tais como os chimpazés, na investigação médica.
  • Associarmo-nos a organizações votadas à conservação da Natureza para protestar contra as coisas que ameaçam a sobrevivência dos animais raros, angariar fundos para realizar projetos e consciencializar as pessoas para os problemas.
  • Levar a cabo investigação para descobrir o mais possível acerca dos hábitos de animais raros, de modo a que seja possível planear a melhor maneira de os proteger.

Galo-silvestre (das montanhas rochosas)


Galo-silvestre (das Montanhas Rochosas)
Centrocercus urophasianus
Comprimento: até 46 cm
 
 
Carne Saborosa

O galo-silvestre alimenta-se de folhas de salva. Consequentemente, a sua carne adquire o forte sabor da planta. Durante a Primavera, o macho enfeita-se de modo especial para conquistar uma fêmea. Etiça as penas do peito, abre e fecha a cauda e enche as bolsas de ar que tem no pescoço. Emite também chamamentos sonoros, graves e ressonantes.

Beluga ou baleia-branca



beluga ou baleia-branca (Delphinapterus leucas) é um mamífero cetáceo da família Monodontidae. O seu parente mais próximo no grupo dos cetáceos é o narval. A baleia branca habita as águas frias em torno do círculo polar ártico.
São caçadores oportunistas, e comem uma grande variedade de peixes, lulas, crustáceos e polvos.
A baleia-branca é um animal gregário que mede até 5 metros de comprimento e pesa até 1,5 toneladas. Tem entre 8 a 10 dentes em cada maxilar.
Esse belo exemplar de animal é capaz de conviver com humanos e mesmo assimilar seus hábitos se adoptado ainda filhote.

A beluga foi descrita pela primeira vez pelo zoólogo Peter Simon Pallas em 1776. É considerada um membro da família taxonômica Monodontidae, junto com o narval. O seu ancestral mais antigo conhecido é a hoje extinta Denebola , do final do Mioceno. Um único fóssil dessa espécie foi encontrado na península da Baixa Califórnia, indicando que esta família antes habitava águas mais quentes. O esqueleto indicou também que o tamanho das belugas variava conforme o tamanho da crosta de gelo do planeta—aumentando durante as eras glaciais, e diminuindo nos períodos seguintes.

Lebre-do-árctico




Habitat: Vive na tundra setentrional e na tundra de montanha.

Características: É um roedor da família dos Leporídeos. O focinho é invulgarmente longo e os dentes são salientes. 
Cor: Branca. A pelagem das lebres que vivem numa região mais setentrional não mudam de cor no Verão; a pelagem é curta no Verão, crescendo no Inverno. Nas regiões mais meridionais a pelagem branca torna-se parda cinza no Verão.

Comprimento:46-61 cm; 
cauda: 4-8 cm; 
Peso: até 5,5 Kg; 
Tempo de vida: 4-5 anos
Comportamento:

Gregarismo: São gregárias, formam grupos ordenados. Os grandes grupos dispersam à medida que os machos ocupam os territórios de acasalamento.

Reprodução:As crias, os lebrachos, nascem em Junho. O nascimento coincide com a abundância de alimentos. É frequente os machos abandonarem as fêmeas e as crias e aproximarem-se dos grupos de fêmeas não acasaladas. As crias tornam-se autónomas às três semanas, mordiscando a erva nova, avançando num grupo compacto. Alimentam-se muitas vezes durante a noite e escondem-se na presença do perigo. Crê-se que quebram o gelo com as patas anteriores e retiram a neve com os dentes enquanto procuram os alimentos.

Alimentação:consomem salgueiros rastejantes, saxífragas e líquenes.